sábado, 30 de julho de 2011

Filmes de aventura


Ah, filmes de aventura... Não sei ainda se é preferência pelo gênero de ação ou se é algo inconsciente no gênero masculino, especificamente para provocar o sexo oposto. Só sei que, entre os 150 canais oferecidos por nossa TV a cabo, o @fabiobbarros invariavelmente para em algum filme de ação, aventura ou algo que o valha.

Ainda estou tentando descobrir se ele realmente tem essa preferência ou se a preferência dele é pelo filme mais barulhento possível, com helicópteros, avisões, tiroteio e tudo mais que possa me manter longe da sala pelo tempo que durar o filme.

Sim, porque como, segundo o @fabiobbarros, não tem graça assistir a esses filmes em baixo volume (ou volume normal, dependendo do ponto de vista), a TV fica no que parece - pelo menos pra mim - ser algo próximo de seu volume máximo. São milhares de decibéis capazes de enlouquecer alguém - ou, no mínimo, garantir uma dor de cabeça daquelas!

E, para ficar só na questão do barulho, nem vou comentar o quanto me irrita o fato de ele conversar comigo com o olho na tela, pra não perder nada, ou o fato de que os filmes normalmente acabam depois que começa a novela que eu quero assistir, ou ainda que, enquanto ele não desgruda o olho da TV, por vezes a Maria Helena está, por exemplo, desenhando no tênis embaixo do nariz dele... Não vou comentar. Deixa pra lá...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Da seletividade das contas

Só depois de muitos anos de convivência é possível entender minimamente como funciona a mente feminina quando o assunto é dinheiro, ou gastos, mais especificamente. No caso da @fkyrillos, só agora eu começo a identificar alguns sinais de como se processam prioridades e se forma o conceito do que é caro e do que é barato (o que nem sempre é tão claro).
Na prática, é mais ou menos assim: caro é tudo aquilo que ela é obrigada a fazer, e barato é tudo aquilo que lhe dá prazer. Parece complicado, mas fica mais simples quando se entende que os conceitos não têm absolutamente nada a ver com valores. O preço, como medida de valor, não tem valor algum. Fácil né?

Exemplifico: ela é capaz de entrar em uma loja de roupas, sem qualquer compromisso, e sair de lá com algumas centenas de Reais em blusas, blusinhas, camisetas, calças e botas... Sem a menor cerimônia ou culpa, porque isso não é caro. Não importa quanto custaram, as roupas lhe deram prazer.

Caro é ter de pagar R$ 7,00 por um DOC. A @fkyrillos é capaz de ficar uma hora no trânsito, 30 minutos para estacionar o carro e duas horas na fila do banco para sacar dinheiro, e depois ficar mais uma hora na fila de outro banco para depositar esse dinheiro. Tudo isso para não pagar R$ 7,00 em um DOC. Mesmo que custasse R$ 0,10, o DOC seria caro, porque ela é obrigada a pagar por ele, o que não lhe agrada nem um pouco.

Ficou claro??